PRINCIPAIS PONTOS DA PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA
O que o Governo pretende alterar?
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Novo ICMS – Haverá uma legislação única para o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), já que que hoje cada unidade da Federação tem a sua. A cobrança passará da origem do produto para o destino, mas não irá ocorrer de forma imediata e sim no oitavo ano subsequente da aprovação da PEC. Há também uma previsão de que uma arrecadação equivalente a da alíquota do ICMS ficará com o Estado de origem para compensar eventuais perdas.
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Fundo de Equalização das Receitas (FER) - Será criado com a finalidade de que nenhum Estado venha a perder com a mudança da forma de cobrança do ICMS do destino para a origem, durante oito anos após a aprovação da PEC. Os recursos desse fundo seriam vindos, em grande parte, do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
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Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional - O fundo terá recursos de até 4,8% da arrecadação do Imposto de Renda e do IPI. Será criado a partir da promulgação da PEC.
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Criação do IVA-F - Haverá a criação do IVA-F (Imposto sobre Valor Agregado – Federal), que será formado pela junção do PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e Cide (Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico). Irá recair sobre bens e serviços.
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Unificação da CSLL com IRPJ - Há a previsão de que a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) seja incorporada ao Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, uma vez que esses tributos possuem a mesma base de cobrança, ou seja, é o lucro das empresas.
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Fim do salário educação – As empresas deixarão de recolher o salário educação. Os recursos dessa cobrança serão obtidos de parte da arrecadação do IVA-F.
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Redução da contribuição patronal - Após 90 dias de sua promulgação, a PEC prevê que o Governo terá que encaminhar um projeto de lei para desonerar a folha de pagamento. A contribuição patronal à Previdência Social sairia de 20% para 14% em seis anos, sendo reduzido um ponto percentual por ano.
Pelos tópicos anunciados, será o fim da guerra fiscal entre os estados e se descortina um alívio na folha de pagamento das empresas. Vamos esperar para ver se ainda este ano a PEC da Reforma Tributária avance.
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