AVALIAÇÃO DAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS NO MÊS DE OUTUBRO
Cuidado com a saúde de suas reservas financeiras!
Pelo terceiro mês consecutivo as aplicações em dólar foram as mais atrativas. Com ajuda do pânico instalado nos mercados, a moeda americana encerrou o mês com valorização de 13,35% (dólar comercial). Como o dólar está valorizado, os fundos cambiais acompanharam a alta. Quem prefere investimentos conservadores, aqueles vinculados a juros, teve sua aplicação ocupando a posição intermediária na lista dos investimentos rentáveis do mês passado. A taxa de CDI – taxa que representa os juros cobrados nos empréstimos feitos entre as instituções bancárias – ficou em 1,17%, levando os fundos DI a ter uma rentabilidade bruta – rentabilidade em que ainda não incidiu a alíquota de IR – situando-se na média de 1,04%. O CDB, por sua vez, rendeu em média 1,07%; os Fundos de Renda Fixa, 1,04 e a tradicionalíssima poupança ficou na casa de 0,75%. Nas últimas posições, o ouro não foi um bom negócio. A cotação do grama do precioso metal apresentou uma queda de 5,38% nas negociações efetuadas na BM&F e a Bolsa de Valores… essa dividiu a lanterna das piores aplicações de outubro e lá se vão cinco meses cinco meses seguidos nessa ingrata posição. O índice Ibovespa encerra o mês com uma queda de 24,80%. A inflação de outubro foi de 0,98% pelo IGP-M, e 0,30%, pelo IPCA-15. O primeiro absorve preços do varejo, do atacado e da construção civil, enquanto o segundo reflete o custo de vida para famílias com renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos.
Posição anual – De janeiro até outubro, o dólar continua sendo a aplicação mais rentável, bem à fente das demais. A cotação dessa moeda apresenta um rendimento de 21,55%. Os Fundos de renda Fixa deram um retorno de 9,89%, os Fundos DI 9,69% (dados da ANBID), a poupança 6,43%, o ouro 5,27%. Entre janeiro e outubro, a inflação acumulada foi de 9,53%, pelo IGP-M e de 5,28%, pelo IPCA-15.



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